Dominicanas

Madre Anastasie
Alexandrine Conduché é a fundadora da Congregação das Irmãs Dominicanas de Nossa Senhora do Rosário de Monteils. Nascida em Compeyre, situada nas gargantas do Rio Tarn, França; de uma família muito pobre e de fé sólida, recebe uma educação escolar precoce e relativamente longa para a sua época:“ela era completa em tudo” relatam-nos as crônicas. Aos treze anos, para não mais permanecer ao encargo dos pais, ela sai de Compeyre e vai para o presbitério do seu tio Artières, em Tizac.
O padre Artières, consciente das qualidades intelectuais da sua jovem sobrinha, decidiu abrir uma escola da qual se torna responsável. A competência de Alexandrine é logo reconhecida e devemos notar que, com um raro bom senso, ela sabe adaptar o seu ensinamento às necessidades dos seus alunos. Muito sensível ao sofrimento, Madre Anastasie não hesita em enviar, desde o início da fundação, Irmãs para visitar e cuidar dos doentes após as horas de aulas e, por vezes, uma irmã era encarregada dos doentes da paróquia, de dia e de noite. As Irmãs aprendem assim a própria linguagem do Evangelho na qual o anúncio da Palavra é sempre acompanhado de palavras e gestos de bondade.
Alexandrine Conduché é a fundadora da Congregação das Irmãs Dominicanas de Nossa Senhora do Rosário de Monteils. Nascida em Compeyre, situada nas gargantas do Rio Tarn, França; de uma família muito pobre e de fé sólida, recebe uma educação escolar precoce e relativamente longa para a sua época:“ela era completa em tudo” relatam-nos as crônicas. Aos treze anos, para não mais permanecer ao encargo dos pais, ela sai de Compeyre e vai para o presbitério do seu tio Artières, em Tizac.
O padre Artières, consciente das qualidades intelectuais da sua jovem sobrinha, decidiu abrir uma escola da qual se torna responsável. A competência de Alexandrine é logo reconhecida e devemos notar que, com um raro bom senso, ela sabe adaptar o seu ensinamento às necessidades dos seus alunos. Muito sensível ao sofrimento, Madre Anastasie não hesita em enviar, desde o início da fundação, Irmãs para visitar e cuidar dos doentes após as horas de aulas e, por vezes, uma irmã era encarregada dos doentes da paróquia, de dia e de noite. As Irmãs aprendem assim a própria linguagem do Evangelho na qual o anúncio da Palavra é sempre acompanhado de palavras e gestos de bondade.
Oração a Madre Anastasie
Meu Deus, vós sois nosso Pai e nós somos vossas filhas. Desejamos amar-vos fazendo vossa santa vontade. Concedei–nos, meu Deus, a graça de conhecê-la claramente e de cumpri-la sempre corajosamente. Dignai-vos abençoar-nos, ó Pai, e conceder-nos, pelas orações e méritos de vossa Serva Anastasie, as graças que vos pedimos… Nós vos prometemos melhor vos servir e melhor vos amar. Amém!
Pensamentos
“A Caridade é uma língua universal. Falem esta língua e logo serão respeitadas.”
“Lembrem-se de que a oração é o grito do coração para Jesus, que nos olha sempre.”
“Ter sempre as mãos erguidas para o céu, para fazer descer a força e a coragem sobre todas as que lutam pelo Senhor.”
“Um líder para bem governar, deve ter bondade, doçura e firmeza.”
“Quando se pode contentar alguém sem comprometer a consciência, faz-se um ato de caridade, de bondade.”
“O meio mais seguro de atingir a perfeição é a fidelidade às pequenas coisas.”
“Com Maria tudo se suaviza. Ela é a causa de nossa alegria.”
“Para Deus basta um simples olhar do coração.”
“Deixemos Deus guiar nossa alma. Ele a levará ao Porto Seguro.”
“É útil que nos tornemos sábias, mas é indispensável que nos tornemos santas.”
“O bom exemplo é o grande meio de levar eficazmente ao bem.”
“Seja fiel nas pequenas coisas, pois as pérolas pequenas são as mais belas.”

Padre Gavalda
Em Levezou, lugarejo da Paróquia de Castries (França) Jean Gavalda e Maria Joana Vivier esperam seu quinto filho que receberá o nome de João Pedro e será batizado na Igreja de Curam. Estamos em junho de 1786, época em que se ouvem mais brados de Guerra do que o badalo dos sinos das Igrejas: explodira a Revolução Francesa. Para João Pedro são inapagáveis as lembranças de sofrimentos assumidos por amor a Cristo e à sua Igreja, pelos sacerdotes que sua família esconde da perseguição anticlerical. Mais tarde ele é tocado pela frase da Imitação de Cristo: “É preciso dar tudo ao TUDO”, e revela ao pai seu desejo de ser sacerdote.
Iniciou os estudos em Saint Geniez, seguindo depois a formação no Seminário Maior de Rodez. Recebeu em 19.09.1812 a ordenação diaconal e em 19.12.1812 é ordenado sacerdote, pois precisavam dele em Najac. Grassa ali uma epidemia que já levara muitos, inclusive o pároco que ele deve substituir. Mas Padre João Pedro não se intimida; fez-se sacerdote para servir, como seu Mestre!
Por amor, irmanou-se a Jesus o Servo Sofredor: deu sua vida e seus pertences aos carentes do ter e do saber.
Ele via Jesus no quadro da Paixão, à cabeceira de sua cama, mas também no rosto sofrido dos enfermos e dos pobres, para os quais tinha a bolsa sempre aberta. No olhar indagador das crianças e adolescentes que viviam à margem da cultura do saber e da fé, Jesus também ali estava.
Exímio formador de consciências, era incansável dispensador da Palavra e da graça divina. O altar, o confessionário, a classe de catequese, eram ocupados por ele todos os dias.
Pertinaz defensor da fundação de um Instituto religioso nesse vilarejo carente, ei-lo vitorioso recebendo, à porta da escolinha, com suas duas pupilas (Irmã Santa Anastasie e Irmã São José), os sequiosos do saber. Agora, no vilarejo de Bor, em cada leito em que jaz um enfermo, um anjo do Pe. Gavalda o assiste, levando-lhe saúde e a Palavra de Deus.
No entanto não lhe faltaram calúnias, como seu Mestre as teve, por inveja certamente, para o mortificarem nos últimos anos de sua vida.
João Pedro Gavalda é o seu nome, ou melhor, o Bom Samaritano do Servo Sofredor, fundador da obra dominicana que teve seu berço em Bor. Em 12 de setembro de 1859, com a saúde muito abalada, Padre João Pedro Gavalda atende ao chamado do seu TUDO e parte para Deus.