A Voz das Províncias

NATAL

Traz sempre um amanhã, uma nova oportunidade para fazer bem as coisas, como afirma Thiago de Mello:

           “A verdade é luz pequena

              Andando na escuridão;

              Da terra ela nasce e cresce,

              No peito se faz clarão”.

Deus, no seu infinito amor, envia seu Filho repleto de luz e verdade para fazer brilhar em nós sua salvação. Jesus é o Emanuel, o Deus sempre conosco.

Natal é a festa da alegria, da simplicidade, do amor e da fraternidade. Jesus quer nascer em nossos corações para nos transformar, para sermos bem mais parecidas/os com Ele em palavras e ações... Esse é o verdadeiro sentido do Natal.

Feliz Natal para casa um/a de vocês nesse novo nascer de Quem sempre nos traz luz, novo amanhã!

(Ir. Solanje Tavares de Carvalho – Priora Provincial)

 

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    A força que hoje faz brotar a vida
    habita em nós pela sua graça.
    É Ele quem nos convida para trabalhar
    o amor repartir e as forças juntar
    ”.

    Irmãs e irmãos da Família Dominicana do Brasil

    Saúde, Paz e Misericórdia, lhes desejamos.

     

    No próximo dia 8, celebraremos a Festa de nosso Pai São Domingos. Neste dia, somos convidadas/os a fazer memória atualizando o que de melhor recebemos de nosso fundador: sermos alegres pregadoras e pregadores do Evangelho.

     

    Suas vidas, suas vocações e suas missões muito nos alegram. Deus seja louvado por vocês serem parte integrante de nossa Família Dominicana! Que superemos a tentação de dizer como em Corinto: “Eu sou de Paulo”, “Eu sou de Apolo”, pois “nós somos muitos e formamos um só corpo” (1Cor 12, 13). Que os dons de cada um/uma seja o fio de nossa comunhão em Domingos e na Trindade Santa.

     

    Vivemos tempos difíceis no Brasil, hoje. Males que pretendíamos ter deixado para traz voltam a nos atormentar e fazem aumentar o sofrimento do povo. Pobreza absoluta, miséria e fome, desemprego e subemprego, mortalidade infantil, restrição e piora dos serviços públicos, especialmente de saúde e educação, aumento da violência urbana e rural são algumas das pragas que sonhávamos estarem acabando. Há muita sede de Justiça e Paz, de escuta, de uma palavra libertadora, de ternura e profecia; enfim, de testemunho do Evangelho.

     

    Pela graça de Deus, reconhecemos que, em muitas situações dessas, estamos conseguindo, a partir de nosso carisma, participar da construção da resposta aos apelos dos que estão sofrendo. Mas o Evangelho e nosso Pai São Domingos nos pedem mais. Então, que não sejamos indiferentes a nenhuma dor e nos interroguemos: o que posso/podemos fazer? O que devo/devemos deixar para trás? O nosso ser discípulo missionário – pessoal e comunitário – deve refletir a compaixão de Domingos de Gusmão, pois cremos que “a fé sem as obras, ela está completamente morta” (Tg 2,17).

     

    Por isso, urge viver intensamente a nossa itinerância evangélica, sendo advertência aos “poderosos” e comungando “com a luta sofrida do povo que quer, ter voz, ter vez, lugar”, abrindo trilhas para florescer a Verdade que não cabe nas margens estreitas do capitalismo, do preconceito, da desesperança, da mentira, da superficialidade e da violência. Essa itinerância deve ser feita a partir de um lado e, para nós, homens e mulheres do Evangelho, o lado deve ser o lado dos pobres, dos sofredores, dos excluídos, dos injustiçados. Vamos a Nazaré, e descobriremos que Deus faz novas todas as coisas (Ap. 21, 5), a partir da vida dos pequenos.

     

    Na história do Povo de Deus, a opção pelos pobres e jovens, de modo especial entre os profetas e profetizas, aparece sempre que o povo rompeu a aliança. Deus levanta jovens para ajudá-lo a voltar ao “primeiro amor”. No ano em que celebramos 40 anos da Conferência de Puebla, convidamos a cada um/uma da nossa Família Dominicana a fazer da opção preferencial pelos pobres e pelas juventudes uma escolha batismal, que nos reveste do novo. A você jovem chegante em nossa Família Dominicana, dizemos: sua chegada e perseverança muito nos enche de alegria e esperança. Vocês não são somente o futuro, nós os consideramos o presente em nossa Família. Queremos e precisamos de sua palavra, seu testemunho e sua consagração ao Deus da vida.

     

    Urge comprometer-nos em superar, em nossa itinerância evangélica, dualismos como razão/emoção, alma/corpo, ser humano/natureza, transcendência/imanência, vivendo como pessoas inteiras o cuidado com a Casa Comum, o que exige de nossa parte, uma vigilância permanente de conversão. Urge vivermos, cada vez mais, uma itinerância evangélica rumo às margens onde encontraremos Jesus, e fazermos desse caminho uma fonte para pregação/missão, estudo, oração e vida comunitária.

     

    Louvamos a Deus pelos irmãos e irmãs que são inseridos/as nas múltiplas periferias existenciais e geográficas, vivendo o seu ser dominicano na dinâmica da “Igreja em saída”. Contem com nossas orações e nosso apoio para se manterem firmes nesse modo de viver as suas consagrações.

     

    Que a nossa oração neste dia não seja feita de uma indignação elegante, mas uma resposta individual e comunitária de quem ouve o chamado do Senhor, para viver uma itinerância samaritana, que não passa adiante dos homens e mulheres sofridos e violentados de hoje, mas se responsabiliza por cuidar deles e delas. Especial atenção damos aqui a cada irmã/irmão idosa/o ou enferma/o: aprendemos muito com vocês! Continuem testemunhando o Reino, conforme suas atuais condições. Estamos com vocês.

     

    Nas últimas semanas, nos enriquecemos, enquanto Família Dominicana internacional, com a celebração de três Capítulos Gerais Eletivos: dos frades – no Vietnã, das Irmãs Dominicanas de Monteils – na França e, das Irmãs Dominicanas da Apresentação – na Colômbia. Acolhemos com alegria e esperança Frei Gerard Timoner, o novo Mestre da Ordem, Irmã Regina Azevedo Soares, nova Priora Geral das Dominicanas de Monteils e Irmã María Escayola Coris,reeleita Priora Geral das Dominicanas da Apresentação. 

     

    Que a Festa de São Domingos faça de nós, religiosas, frades, monjas, leigas e leigos, uma Família Dominicana, aberta, ousada e criativa, para anunciarmos com o nosso modo de viver que o Reino de Deus está entre nós.

     

    06 de agosto de 2019, Festa da Transfiguração de Jesus.

    Com fraternura de seu irmão e suas irmãs, feliz festa de São Domingos.

    • Frei José Fernandes Alves, Prior Provincial – Província Frei Bartolomeu de Las Casas e Coordenador da Comissão Dominicana de Justiça e Paz do Brasil.
    • Irmã Flor de Maria Callohuanca Aceituno, Priora do Mosteiro Cristo Rei.
    • Irmã Izide Santina Vecchi, Presidente da Federação das Irmãs Dominicanas do Brasil.
    • Irmã Solanje Tavares de Carvalho, Priora Provincial – Irmãs Dominicanas de Monteils.
    • Irmã Maria do Bonfim, Priora Provincial – Irmãs Dominicanas de S. Catarina de Sena.
    • Irmã Maria Generosa Barbosa, Priora Provincial – Irmãs Dominicanas da Beata Imelda.
    • Irmã Solange Damião, Priora Provincial – Irmãs Dominicanas Romanas de S. Domingos.
    • Irmã Judite Santana, Priora Provincial – Irmãs Dominicanas de Santa Maria Madalena.
    • Irmã Rosa Pinto, Priora Provincial – Dominicanas do Santíssimo Sacramento.
    • Irmã Maria de Fátima e Silva, Priora Regional – Irmãs Dominicanas de Melegnano.
    • Irmã Mariza de Fátima Assis, Priora Regional – Irmãs Dominicanas de São José.
    • Irmã Maria Helena da Silva, Delegada Provincial – Irmãs Dominicanas da Anunciata.
    • Irmã Maria Cleide Pires de Andrade, Delegada Regional – Irmãs OPs da Apresentação.
    • Irmã Maria Auxiliadora Pereira, Priora Local das Irmãs OPs S. Catarina de Sena.
    • Irmã Judith Gomez, Coordenadora da Associação Casa dos Sonhos – Irmãs Dominicanas do Santíssimo Nome de Jesus.
    • Mariana Bongiorno – Coordenadora Nacional do Movimento Juvenil Dominicano – MJD.
    • Rita de Cássia Pompeia Fraga – Coordenadora das Fraternidades Leigas Dominicanas.

     

    Fonte: Família Dominicana do Brasil

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  • Em pleno mês de junho, época das festas populares no Brasil, diversos santos são homenageados: Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo, estes dois últimos exaltados no dia 29. “Também recordamos com muito carinho a figura do papa, hoje Francisco, sucessor de Pedro e Vigário de Cristo. Proponho a vida e a obra de São Pedro e São Paulo como ensinamento para todos os cristãos de hoje”, afirma o bispo de São José dos Campos, dom José Valmor Cesar Teixeira.

     
    Segundo dom José Valmor, Pedro foi escolhido por Jesus para exercer uma particular missão: aquela de guiar e sustentar a primeira comunidade. O bispo explica que no evangelho de Mateus, Jesus confia a Igreja a Pedro: “Eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; e eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16, 17-19).

    É neste mesmo primado que o bispo de São José dos Campos afirma que a Igreja reconhece no papa, de cujos símbolos, as chaves e o anel do pescador. Tais apetrechos imediatamente remetem à figura do apóstolo. “Humaníssimo na sua fragilidade, Pedro é, como os outros apóstolos, desanimado no momento terrível da condenação e agonia de Jesus, chegando à negação do Senhor. Mas depois de sua ‘conversão total’ a Jesus, o mesmo faz com que receba o abraço da misericórdia”, diz o bispo.

     

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    Fonte: CNBB

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  • Também muito conhecida como “Maria, Mãe de Deus”, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é uma das santas mais populares no Brasil principalmente por suas novenas perpétuas, geralmente realizadas às quartas-feira.

     

    A imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro que hoje veneramos, apareceu em forma de pintura-quadro e segundo relatos, pintada pelas mãos de São Lucas. Além de médico e escritor, Lucas também era pintor e as pintura feitas por ele eram muito mais do que um simples retratos. Por conta de sua herança grega, ela contém simbolismos e significados escondidos além de uma forte carga de emoção e verdade por trás da beleza da arte.

     

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    Fonte: Nossa Sagrada Família

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A Ordem dos Pregadores
A Família Dominicana tem sua origem num tempo e numa área geográfica bem longe de nós. Surgiu na Europa da Idade Média, na época das Cruzadas e de Francisco de Assis. Ela brotou a partir da experiência de vida evangélica de São Domingos de Gusmão, aproximadamente em 1170.
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