A Voz das Províncias

Queridas Irmãs, Diretoras, Colaboradores, Leigos, Família Anastasiana

 

"Que haja luz em teus passos e amor em tua alma"

(Autor desconhecido).

 

 

Fomos surpreendidos de uma hora para outra... estávamos com agendas marcadas talvez para o ano todo de 2020... tudo planejado e de repente tudo mudou.

Deus nos criou com uma capacidade tão grande de sermos criativos, que estamos todos buscando dar o melhor de nós mesmos diante de toda essa situação que estamos vivendo. Vemos tantos gestos de solidariedade e amor, de busca de alternativas..., e,  acreditando que “onde reina o amor Deus aí está, é que vamos a cada dia vivendo o momento presente... Como diz, Pe. Fábio de Melo: “Ficar em casa vai lhe ensinar a ficar em si...” Achei esta frase fantástica. É tempo de amar a nossa companhia e os que estão perto de nós. É tempo de meditar, contemplar, rezar... e rezar juntamente com todo o  planeta,  e entender que somos uma grande família,  porque Deus é nosso Pai... A Oração do Pai Nosso hoje para nós  também terá um novo significado.

Rezemos por nossas Escolas, por nossas Diretoras e Diretorias das Mantenedoras, que nesse momento enfrentam muitas situações difíceis, com medidas provisórias... para resolver diversas situações.

            Rezemos pelos nossos advogados que nos orientam nesse momento difícil para o País.

Rezemos pelo nosso povo carente de tantas coisas básicas para o ser humano.

Rezemos pela nossa Congregação... rezemos por toda a Família Dominicana no mundo.

Rezemos pelos pais de família que terão seus salários diminuídos.

Rezemos pelas pessoas que estão tendo dificuldades de viver a quarentena.

Enfim, minhas Irmãs, que tenhamos muita sensibilidade para olhar e rezar por todas as situações decorrentes desta Pandemia.

Essa Páscoa de 2020, marcará nossa história para sempre. A RESSURREIÇÃO terá outro significado em nossas vidas, pois estamos em tempos de solidão, como nos fala o texto de Timothy Radcliffe:

 

  

A  SOLIDÃO  DE JESUS

 No coração da fé cristã, há um homem que morreu em total isolamento.

Naquele momento, ele não apenas abraçou as nossas mortes. Ele assumiu totalmente a solidão que todos nós, às vezes, suportamos e que milhões de pessoas estão vivendo hoje.

Na noite anterior à sua morte, esse isolamento já era palpável. Ele reuniu ao seu redor os amigos mais próximos para uma última ceia.

Naquele momento tão atroz, ele fez algo absolutamente chocante: pegou o pão e o vinho e disse: “Este é o meu corpo e este é o meu sangue, derramado por vocês”.

Se agora milhões de nós têm que enfrentar o isolamento, que gestos podemos fazer para entrarmos em contato com aqueles que não podemos contatar?

Mesmo quando não posso ir ao encontro da comunidade em oração e me unir a ela, Deus permanece presente, como escreve Santo Agostinho, “nas profundezas da minha interioridade”. Por mais que me sinta sozinho, eu não estou, porque, no centro do meu próprio ser, existe um Outro.” (Texto Timothy Radcliffe)


Irmã Glycia nos presenteia com esta linda reflexão sobre a RESSURREIÇÃO:

“Jesus ressuscitou. Está vivo. Venceu a morte e os que o mataram. Voltou para nos dizer que ainda temos chance de viver. Voltou para nos confortar e se oferecer como companheiro em nossa caminhada para o Definitivo.

Jesus, o Homem-Deus está presente aqui, agora, para nos dizer o mesmo que disse um dia aos apóstolos: não tenham medo. Não tenham medo dos que podem matar o corpo. Não tenham medo de ninguém e de nada. Se vocês estão comigo, nem homens, nem vírus, nem pestes, nem tempestades, nem poluição, nem ganância terão o poder de matá-los. Vocês foram criados para viver e não para morrer... Por isso cremos na vida eterna.

Jesus, o Homem-Deus voltou. Ele ressuscitou, está vivo e nos quer vivos. Voltou  para nos dizer que Deus Pai nos ama e nos espera. Ele nos disse: Tenham confiança, eu venci o mundo. E vocês, comigo e com o Pai, também vão ser vencedores”

            Desejo a cada um/uma um Tríduo Pascal Santo e que possamos fortalecer a nossa fé mesmo diante do tamanho desafio que estamos vivendo.

            FELIZ PÁSCOA! O SENHOR RESSUSCITOU! ALELUIA!


 Fraternalmente,

 Irmã Solanje Tavares de Carvalho

 Priora Provincial.

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Notícias
  • RECORDAÇÃO DA ÚLTIMA CEIA DE JESUS

     
    - Esta oração pode ser feita individualmente ou em família. Ao pôr do sol da quinta-feira santa, antes da janta a família se reúne, uma pessoa preside, outra faz a leitura.
     
       1. ABERTURA
    Vós sois o caminho a verdade e a vida o pão da alegria descido do céu. (bis)

    2. MOTIVAÇÃO
    - Quem coordena faz o convite: 
    Nesta celebração, recordando a última Ceia de Jesus, iniciamos a grande festa anual da páscoa, a memória da morte, sepultura e ressurreição do Senhor. Hoje, ao redor de nossa mesa, nos alegramos com a presença de Jesus em nossa casa. Renovemos o
    nosso desejo de viver o mandamento do amor que ele nos deixou.

    3. SALMO 116,12
    Eu vos dou o novo mandamento: 
    Que vos ameis uns aos outros assim como eu vos amei, disse o Senhor.
    1. Como é que vou retribuir ao meu Senhor 
    Tudo de bom que ele por mim realizou?

    4. LEITURA BÍBLICA – João 13,1-15.
    - Um leitor ou leitora, faça a leitura pausadamente:
       Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
    Era antes da festa da Páscoa. Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido. Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: “Senhor, tu me lavas os pés?” Respondeu Jesus: “Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”.
    Disse-lhe Pedro: “Tu nunca me lavarás os pés!” Mas Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo”. Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça”. Jesus respondeu: “Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos,  mas não todos”. Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: “Nem todos estais limpos”. Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos: “Compreendeis o que acabo de fazer? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem,
    pois eu o sou. Portanto, se eu, o Senhor e Mestre vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fi z”.
    Palavra da Salvação.
     
     5. MEDITANDO A PALAVRA
    - Breve silêncio... Em seguida quem preside lê o texto que segue
    Na sua última ceia, Jesus nos deixou o mandamento de fazer a memória de sua entrega por nós, seja pelo gesto de partilhar o pão e o vinho, seja pelo gesto de lavar os pés uns dos outros. Em situação de quarentena, mesmo não lavando os pés, podemos obedecer ao mandamento do amor, cada um cuidando de si e dos demais. Deus está em nosso meio. Ele mesmo lava os nossos pés através de todo serviço realizado pelos irmãos e de tantas pessoas que, de alguma forma, contribuem para que o alimento chegue em nossa mesa.
    Breve silêncio

    6. INVOCAÇÃO
    Invoquemos a Cristo, nosso Salvador, dizendo após cada pedido:
    Livra-nos, Senhor!
    - De todos os males que afligem a humanidade.
    - Da fome, da pobreza e do egoísmo.
    - Das doenças e das epidemias.
    - Da maldade devastadora, da ganância e da violência.
    - Das armadilhas da má informação e da manipulação das consciências.
    - Do ódio que nos fecha o coração.
    - Da indiferença que humilha e do medo que paralisa. Livra-nos...
     
       7. PAI NOSSO
    Oremos ao Pai com a oração que Jesus nos ensinou: Pai nosso...
    - Pode-se fazer breve intervalo para preparar a mesa. Estando a mesa posta, as pessoas podem sentar à mesa e oração continua:

    8. ORAÇÃO À MESA – I Coríntios 11,23-26
    Primeira carta de Paulo aos Coríntios.
    Irmãos, o que eu recebi do Senhor, foi isso que eu vos transmiti: Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse:
    “Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória”. Do mesmo modo, depois da ceia, tomou também o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança, em meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em minha memória”.
    Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha.
    Palavra do Senhor.
    Oração:

    Vamos bendizer a Cristo por estes alimentos, dizendo: Bendito sejas, Senhor Jesus!
    - Bendito sejas, Senhor Jesus, porque no momento mais difícil de tua vida quiseste sentar à mesa com teus discípulos. Bendito sejas, Senhor Jesus
    - Bendito sejas, porque tantas vezes visitaste as casas e sentaste à mesa como sinal de comunhão do Pai com todas as pessoas. Bendito sejas, Senhor Jesus!
    - Bendito sejas, porque muitas vezes abençoaste e partilhaste o pão com o povo faminto que perdido te procurava. Bendito sejas, Senhor Jesus!
    - Bendito sejas, porque em tua santa ceia nos deste a garantia da tua presença para sempre junto a nós. Bendito sejas, Senhor Jesus!
    - Repartimos o pão em teu nome, frutos da terra e do trabalho de tantas mãos. Derrama a tua bênção sobre nós e estes alimentos. Dá-nos a alegria da tua presença. A ti, louvor e glória pelos séculos.
    Amém.
    - Abençoe-nos o Pai e o Filho e o Espírito Santo. Amém.
     
    Contribuição: Equipe de Espiritualidade - Província Nossa Senhora do Rosário
     
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  •  

    A força que hoje faz brotar a vida
    habita em nós pela sua graça.
    É Ele quem nos convida para trabalhar
    o amor repartir e as forças juntar
    ”.

    Irmãs e irmãos da Família Dominicana do Brasil

    Saúde, Paz e Misericórdia, lhes desejamos.

     

    No próximo dia 8, celebraremos a Festa de nosso Pai São Domingos. Neste dia, somos convidadas/os a fazer memória atualizando o que de melhor recebemos de nosso fundador: sermos alegres pregadoras e pregadores do Evangelho.

     

    Suas vidas, suas vocações e suas missões muito nos alegram. Deus seja louvado por vocês serem parte integrante de nossa Família Dominicana! Que superemos a tentação de dizer como em Corinto: “Eu sou de Paulo”, “Eu sou de Apolo”, pois “nós somos muitos e formamos um só corpo” (1Cor 12, 13). Que os dons de cada um/uma seja o fio de nossa comunhão em Domingos e na Trindade Santa.

     

    Vivemos tempos difíceis no Brasil, hoje. Males que pretendíamos ter deixado para traz voltam a nos atormentar e fazem aumentar o sofrimento do povo. Pobreza absoluta, miséria e fome, desemprego e subemprego, mortalidade infantil, restrição e piora dos serviços públicos, especialmente de saúde e educação, aumento da violência urbana e rural são algumas das pragas que sonhávamos estarem acabando. Há muita sede de Justiça e Paz, de escuta, de uma palavra libertadora, de ternura e profecia; enfim, de testemunho do Evangelho.

     

    Pela graça de Deus, reconhecemos que, em muitas situações dessas, estamos conseguindo, a partir de nosso carisma, participar da construção da resposta aos apelos dos que estão sofrendo. Mas o Evangelho e nosso Pai São Domingos nos pedem mais. Então, que não sejamos indiferentes a nenhuma dor e nos interroguemos: o que posso/podemos fazer? O que devo/devemos deixar para trás? O nosso ser discípulo missionário – pessoal e comunitário – deve refletir a compaixão de Domingos de Gusmão, pois cremos que “a fé sem as obras, ela está completamente morta” (Tg 2,17).

     

    Por isso, urge viver intensamente a nossa itinerância evangélica, sendo advertência aos “poderosos” e comungando “com a luta sofrida do povo que quer, ter voz, ter vez, lugar”, abrindo trilhas para florescer a Verdade que não cabe nas margens estreitas do capitalismo, do preconceito, da desesperança, da mentira, da superficialidade e da violência. Essa itinerância deve ser feita a partir de um lado e, para nós, homens e mulheres do Evangelho, o lado deve ser o lado dos pobres, dos sofredores, dos excluídos, dos injustiçados. Vamos a Nazaré, e descobriremos que Deus faz novas todas as coisas (Ap. 21, 5), a partir da vida dos pequenos.

     

    Na história do Povo de Deus, a opção pelos pobres e jovens, de modo especial entre os profetas e profetizas, aparece sempre que o povo rompeu a aliança. Deus levanta jovens para ajudá-lo a voltar ao “primeiro amor”. No ano em que celebramos 40 anos da Conferência de Puebla, convidamos a cada um/uma da nossa Família Dominicana a fazer da opção preferencial pelos pobres e pelas juventudes uma escolha batismal, que nos reveste do novo. A você jovem chegante em nossa Família Dominicana, dizemos: sua chegada e perseverança muito nos enche de alegria e esperança. Vocês não são somente o futuro, nós os consideramos o presente em nossa Família. Queremos e precisamos de sua palavra, seu testemunho e sua consagração ao Deus da vida.

     

    Urge comprometer-nos em superar, em nossa itinerância evangélica, dualismos como razão/emoção, alma/corpo, ser humano/natureza, transcendência/imanência, vivendo como pessoas inteiras o cuidado com a Casa Comum, o que exige de nossa parte, uma vigilância permanente de conversão. Urge vivermos, cada vez mais, uma itinerância evangélica rumo às margens onde encontraremos Jesus, e fazermos desse caminho uma fonte para pregação/missão, estudo, oração e vida comunitária.

     

    Louvamos a Deus pelos irmãos e irmãs que são inseridos/as nas múltiplas periferias existenciais e geográficas, vivendo o seu ser dominicano na dinâmica da “Igreja em saída”. Contem com nossas orações e nosso apoio para se manterem firmes nesse modo de viver as suas consagrações.

     

    Que a nossa oração neste dia não seja feita de uma indignação elegante, mas uma resposta individual e comunitária de quem ouve o chamado do Senhor, para viver uma itinerância samaritana, que não passa adiante dos homens e mulheres sofridos e violentados de hoje, mas se responsabiliza por cuidar deles e delas. Especial atenção damos aqui a cada irmã/irmão idosa/o ou enferma/o: aprendemos muito com vocês! Continuem testemunhando o Reino, conforme suas atuais condições. Estamos com vocês.

     

    Nas últimas semanas, nos enriquecemos, enquanto Família Dominicana internacional, com a celebração de três Capítulos Gerais Eletivos: dos frades – no Vietnã, das Irmãs Dominicanas de Monteils – na França e, das Irmãs Dominicanas da Apresentação – na Colômbia. Acolhemos com alegria e esperança Frei Gerard Timoner, o novo Mestre da Ordem, Irmã Regina Azevedo Soares, nova Priora Geral das Dominicanas de Monteils e Irmã María Escayola Coris,reeleita Priora Geral das Dominicanas da Apresentação. 

     

    Que a Festa de São Domingos faça de nós, religiosas, frades, monjas, leigas e leigos, uma Família Dominicana, aberta, ousada e criativa, para anunciarmos com o nosso modo de viver que o Reino de Deus está entre nós.

     

    06 de agosto de 2019, Festa da Transfiguração de Jesus.

    Com fraternura de seu irmão e suas irmãs, feliz festa de São Domingos.

    • Frei José Fernandes Alves, Prior Provincial – Província Frei Bartolomeu de Las Casas e Coordenador da Comissão Dominicana de Justiça e Paz do Brasil.
    • Irmã Flor de Maria Callohuanca Aceituno, Priora do Mosteiro Cristo Rei.
    • Irmã Izide Santina Vecchi, Presidente da Federação das Irmãs Dominicanas do Brasil.
    • Irmã Solanje Tavares de Carvalho, Priora Provincial – Irmãs Dominicanas de Monteils.
    • Irmã Maria do Bonfim, Priora Provincial – Irmãs Dominicanas de S. Catarina de Sena.
    • Irmã Maria Generosa Barbosa, Priora Provincial – Irmãs Dominicanas da Beata Imelda.
    • Irmã Solange Damião, Priora Provincial – Irmãs Dominicanas Romanas de S. Domingos.
    • Irmã Judite Santana, Priora Provincial – Irmãs Dominicanas de Santa Maria Madalena.
    • Irmã Rosa Pinto, Priora Provincial – Dominicanas do Santíssimo Sacramento.
    • Irmã Maria de Fátima e Silva, Priora Regional – Irmãs Dominicanas de Melegnano.
    • Irmã Mariza de Fátima Assis, Priora Regional – Irmãs Dominicanas de São José.
    • Irmã Maria Helena da Silva, Delegada Provincial – Irmãs Dominicanas da Anunciata.
    • Irmã Maria Cleide Pires de Andrade, Delegada Regional – Irmãs OPs da Apresentação.
    • Irmã Maria Auxiliadora Pereira, Priora Local das Irmãs OPs S. Catarina de Sena.
    • Irmã Judith Gomez, Coordenadora da Associação Casa dos Sonhos – Irmãs Dominicanas do Santíssimo Nome de Jesus.
    • Mariana Bongiorno – Coordenadora Nacional do Movimento Juvenil Dominicano – MJD.
    • Rita de Cássia Pompeia Fraga – Coordenadora das Fraternidades Leigas Dominicanas.

     

    Fonte: Família Dominicana do Brasil

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  • Em pleno mês de junho, época das festas populares no Brasil, diversos santos são homenageados: Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo, estes dois últimos exaltados no dia 29. “Também recordamos com muito carinho a figura do papa, hoje Francisco, sucessor de Pedro e Vigário de Cristo. Proponho a vida e a obra de São Pedro e São Paulo como ensinamento para todos os cristãos de hoje”, afirma o bispo de São José dos Campos, dom José Valmor Cesar Teixeira.

     
    Segundo dom José Valmor, Pedro foi escolhido por Jesus para exercer uma particular missão: aquela de guiar e sustentar a primeira comunidade. O bispo explica que no evangelho de Mateus, Jesus confia a Igreja a Pedro: “Eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; e eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16, 17-19).

    É neste mesmo primado que o bispo de São José dos Campos afirma que a Igreja reconhece no papa, de cujos símbolos, as chaves e o anel do pescador. Tais apetrechos imediatamente remetem à figura do apóstolo. “Humaníssimo na sua fragilidade, Pedro é, como os outros apóstolos, desanimado no momento terrível da condenação e agonia de Jesus, chegando à negação do Senhor. Mas depois de sua ‘conversão total’ a Jesus, o mesmo faz com que receba o abraço da misericórdia”, diz o bispo.

     

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    Fonte: CNBB

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A Ordem dos Pregadores
A Família Dominicana tem sua origem num tempo e numa área geográfica bem longe de nós. Surgiu na Europa da Idade Média, na época das Cruzadas e de Francisco de Assis. Ela brotou a partir da experiência de vida evangélica de São Domingos de Gusmão, aproximadamente em 1170.
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